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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

A FORÇA DO SIMPLES

Administrador

Simples Nacional é principal pilar de manutenção dos pequenos negócios




A burocracia e a falta de crédito são apontadas pelos empreendedores brasileiros como dois dos principais gargalos para o desenvolvimento dos pequenos negócios no país. Esses obstáculos têm feito com que muitos empreendedores desistam de abrir uma empresa ou se tornem inadimplentes com a falta de recursos para pagar seus tributos, principalmente nos momentos de crise. Nesse contexto, o Simples Nacional, regime de tributação que unifica oito impostos, reduzindo em 40% a carga tributária, é apontado como o principal instrumento de sustentação dos pequenos negócios no Brasil. Estudos realizados pelo Sebrae mostram que, se o modelo de tributação acabasse, 67% das empresas optantes fechariam as portas, seriam empurradas para a informalidade ou reduziriam suas atividades.

O Simples fez com que o número de empresas no país crescesse 364% nos últimos 10 anos, passando de 2,5 milhões de negócios (2007) para 11,6 milhões de empresas (2017). Nesse período, o sistema de tributação foi responsável pela arrecadação de R$ 652,7 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais. A estimativa é de que, até 2022, o número de empresas optantes do Simples possa chegar a 17,7 milhões. Entretanto, apesar desse papel estratégico para a sobrevivência dos pequenos negócios, o Simples vem sendo acusado por alguns setores da Receita Federal e das secretarias estaduais da Fazenda, como o maior responsável pelas perdas de arrecadação tributária no país. “Se dentro do Simples, a vida do dono de pequeno negócio não é fácil, e ainda assim, ele continua segurando a geração de emprego, dando um jeito para inovar e gerar renda. Imagina o que seria dessas milhares de empresas se tivessem que enfrentar o manicômio tributário de fora do Simples”, questiona o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A crise econômica, levou cerca de 600 mil micro e pequenos negócios a ficarem endividados, mas graças ao Programa Especial de Regularização Tributária do Simples Nacional (Pert-SN), mais de 386 mil empresários tiveram seus débitos refinanciados na Receita Federal. Esse volume representou 73,5% do total de pequenos empresários inadimplentes, como Zenaide Francisca Alves. Com a adesão ao Refis, ela agora só se preocupa com seus clientes no pequeno restaurante que tem em Recife. “Dividi minhas dívidas em 46 vezes”, conta a comerciante. O programa possibilitou aos devedores a quitação das dívidas em até 180 meses com redução de juros e multas. A empresária comenta que sem o Simples, seria impossível manter o negócio em funcionamento.
Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição. Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).



Fonte: Agência Sebrae

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Administrador

Profissão contábil continua atraente para a Geração Z






A geração Z (Gen Z) está preocupada com a economia e as suas perspectivas de emprego. É o que revela a pesquisa Make way for Gen Z, publicada no dia 25 de setembro pela Federação Internacional de Contadores, International Federation of Accountants (Ifac), sigla em inglês. Foram ouvidas mais de 3.300 pessoas, com idades entre 18 e 23 anos, em 19 países do G-20, incluindo o Brasil.

De acordo com o estudo, entender as prioridades da Geração Z será crucial para os formuladores de políticas e para os empregadores, já que os debates sobre políticas públicas enfrentam cada vez mais as compensações entre gerações na riqueza e como ela é definida como a maior geração do mundo.
A pesquisa pode servir para balizar o trabalho das empresas de contabilidade, auditoria e até mesmo os departamentos tributário e fiscal das organizações na hora de captar profissionais de qualidade, formar e reter esses talentos. Estas são três grandes dificuldades apontadas pelos gestores.
O resultado foi apresentado durante a abertura do XI Encontro Nacional dos Coordenadores e Professores dos Cursos de Ciências Contábeis (ENCPCCC), realizado no dia 29 de setembro, em São Paulo, pelo presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Ivânio Breda.
Durante o evento, Breda afirmou que "é motivo de orgulho saber que os jovens, especialmente dos países do G-20, veem a carreira contábil como uma carreira promissora, de projeção e que vai conceder a eles as expectativas de vida de acordo com os percentuais apresentados pela pesquisa". Para o presidente do CFC, a busca de um equilíbrio entre carreira e vida pessoal, em um mundo onde o uso da tecnologia é alto, é algo paradoxal.
As principais prioridades de carreira da Geração Z incluem: uma trajetória de carreira estável (89% avaliaram como importante ou muito importante), salário e benefícios competitivos (87%) e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (84%).
Os fatores menos importantes na hora de optar por uma carreira são as oportunidades para trabalhar no exterior (63%), de ser uma liderança nos negócios (64%) e tomar decisões estratégicas nos negócios (63%). Entretanto, Estados Unidos e Índia são exceções. A Geração Z nestes países colocam a capacidade de ter um impacto significativo através do seu trabalho acima do salário e dos benefícios na escolha de uma carreira.
Além disso, 73% dos entrevistados da Geração Z considerariam uma carreira na profissão contábil e mais de um quinto (21%) já decidiram seguir uma carreira em contabilidade. Dados recentes do Ministério da Educação mostram que a procura por cursos de Ciências Contábeis aumentou nos últimos anos, colocando-a entre as carreiras mais procuradas pelos jovens no Brasil.
Pode-se dizer que esse aumento na procura pela carreira contábil se deve, conforme Breda, "com base em pesquisas já realizadas, que o reconhecimento da importância da profissão pelo mercado e a respectiva ampliação de vagas para o profissional da contabilidade, certamente, estão entre essas razões".
Segundo ele, é notória a busca de profissionais para atuação em áreas estratégicas da gestão. "Muitas empresas de médio e grande porte já inseriram a área contábil em nível de direção, criando cargos, como o de diretor de contabilidade, dada a sua relevância estratégica. A possibilidade de se tornar um empresário na área contábil também deve estar no rol de motivos, pois o ensino acadêmico tem orientado os estudantes a se tornarem empreendedores na sua área de atuação, o que justifica o crescimento do número de organizações contábeis no País."
Além disso, diz o presidente do CFC, começa a crescer a percepção de que o curso de Ciências Contábeis é uma excelente opção de formação para quem quer se tornar empresário em qualquer área, em função da amplitude de conhecimentos que as disciplinas proporcionam para o enfrentamento dos desafios empresariais.
Para este estudo, a Geração Z é definida como os indivíduos nascidos entre meados da década de 1990 e meados da década de 2000. Conduzido pela Ifac, este estudo dá voz a 3.388 indivíduos entre 18 e 23 anos nos países do G-20. Isso representa uma amostra de 150 a 300 participantes de: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, o Reino Unido e os Estados Unidos.
O levantamento foi realizado pela Ifac, organização global para a profissão contábil dedicada a servir o interesse público, fortalecendo a profissão e contribuindo para o desenvolvimento de economias internacionais fortes. A Ifac é composta por mais de 175 membros e associados em mais de 130 países e jurisdições, representando quase 3 milhões de contadores em práticas públicas, educação, serviços governamentais, indústria e comércio.
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As principais prioridades das políticas públicas dessa geração são melhorar a estabilidade econômica, a educação de qualidade e a disponibilidade de empregos. No entanto, as visões sobre como alcançar os resultados desejados dependem da localização. A pesquisa constatou que 51% da Geração Z considera importante que seu governo priorize uma abordagem nacional à política econômica, enquanto 32% preferem um enfoque global.
Na França (52%) e na Alemanha (43%), a Geração Z apoia mais fortemente a colaboração política internacional, enquanto a preferência por uma abordagem nacional das políticas públicas é mais forte na China (65%), África do Sul (63%), Índia (60%) e Rússia (59%).
"As visões da Geração Z parecem refletir a tensão entre o protecionismo nacional e a cooperação política global que se desenrolam nos debates geopolíticos e econômicos contemporâneos", disse Russell Guthrie, diretor executivo da Ifac. "A ênfase na estabilidade econômica diz muito sobre o que o futuro trará, já que essa geração já está exercendo sua voz ativa e apaixonada no cenário global", sustentou Guthrie.
Além do conflito entre o protecionismo nacional e a globalização, outras preocupações incluem assistência médica, especialmente no Canadá, França, Alemanha e Estados Unidos, e combate à corrupção sistemática, que foi classificada como prioridade máxima pelos entrevistados na Argentina, Brasil, Índia e Indonésia.
Estabilidade no emprego e profissões reconhecidas estão entre as principais vantagens apontadas
O desejo de estabilidade no emprego também é evidente nas expectativas da Geração Z. Eles antecipam que a digitalização e a tecnologia emergentes são uma faca de dois gumes, trazendo novas formas de trabalho, mas também o declínio dos empregos tradicionais como resultado.
Contrastando com as perspectivas de "viva o sonho a todo custo", comumente atribuídas à geração anterior, as principais prioridades da Geração Z na escolha de uma carreira incluem uma carreira estável (89% importante ou muito importante), salário competitivo e benefícios (87%) e equilíbrio trabalho-vida pessoal. (84%).
A percepção da Geração Z para a profissão contábil é altamente alinhada com suas duas principais prioridades na escolha de uma carreira. Um total de 87% da Geração Z vê a contabilidade profissional como atraente ou muito atraente ao oferecer uma trajetória de carreira estável, enquanto 86% considera que a profissão satisfaz ou supera suas expectativas salariais e de benefícios.
O presidente do CFC, Zulmir Breda, lembra que, segundo pesquisas de organizações respeitadas que operam no mercado, a profissão contábil é uma das que possui maior índice de empregabilidade no País e no mundo. Atualmente, o profissional da contabilidade não apenas produz dados, mas os analisa e auxilia nas decisões dos negócios.
Principalmente em razão dos problemas que foram detectados recentemente com os escândalos de fraude e corrupção que envolveram empresas e órgãos públicos, cresce a procura de profissionais para atuar em áreas como a gestão de riscos e de conformidade. "As áreas de controle estão sendo fortalecidas a fim de que sejam evitados esses problemas, os quais podem destruir organizações do dia para a noite", analisa.
Segundo o levantamento, um total de 73% dos entrevistados considerariam uma carreira contábil e 21% afirmaram que já decidiram seguir carreira na profissão. "A Geração Z traz uma grande riqueza de novos e incomparáveis talentos para a força de trabalho global. Esta pesquisa identifica por que a profissão contábil está bem posicionada para atrair e reter talentos da próxima geração, particularmente à medida que o papel do contador se torna cada vez mais estratégico", disse Fayezul Choudhury, CEO da Ifac.
Ainda segundo Choudhury, "os empregadores de todas as indústrias seriam bem adequados para entender às perspectivas da Geração Z à medida que eles vêm para moldar o futuro do local de trabalho".

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Adesão ao Refis se estende até 9 de julho

Administrador

A Receita Federal do Brasil editou no dia 30 de maio, Instrução Normativa que regulamenta o Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN).

Com isso, as dívidas apuradas na forma do Simples Nacional ou do Simei, vencidas até 29 de dezembro de 2017, podem ser renegociadas em condições especiais.

A adesão ao Refis poderá ser efetuada no portal do Simples Nacional desta quarta-feira (04/06) a 9 de julho, quando o contribuinte deverá indicar os débitos que deseja incluir no Programa.

Além da redução de litígios tributários, o Refis tem como objetivo proporcionar às Micro e as Pequenas Empresas e aos Microempreendedores Individuais melhores condições de enfrentarem a crise econômica por que passa o País, permitindo que voltem a gerar renda e empregos e a arrecadar seus tributos.

O empreendedor poderá liquidar seus débitos pagando 5% da dívida em cinco prestações e o restante de três formas.
“O emprego do país passa pelas micro e pequenas empresas e com o parcelamento das dívidas fiscais por meio do Regis, os pequenos negócios certamente ganharão novo fôlego para gerar mais vagas”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.
O devedor que optar por quitar o restante do débito de uma só vez, terá uma redução de 90% dos juros de mora e 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas.

Se preferir parcelar em até 145 parcelas mensais e sucessivas, a redução dos juros de mora será de 80% e as multas de mora, de ofício ou isoladas, será de 50%.

A terceira opção é o parcelamento em 175 parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% dos juros de mora e de 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas. O valor mínimo da parcela é de R$300 para ME e EPP e R$50 para o MEI.

COMO FAZER

Na Receita Federal, a adesão ao Pert-SN deverá ser efetuada exclusivamente pelos portais e-CAC ou Simples Nacional no período de 4 de junho a 9 de julho de 2018, quando o contribuinte deverá indicar os débitos que deseja incluir no Programa.

O empreendedor que já estiver em outros refinanciamento poderá, à sua opção, continuar ou aderir ao Refis. O devedor também pode migrar os débitos dos outros programas para o Pert-SN.

Quem desejar parcelar débitos que estão em discussão administrativa ou judicial, deverá desistir previamente do litígio em uma unidade da Receita Federal.

Isso tem que ser feito até três dias antes da adesão ao Pert-SN. O refinanciamento das dívidas das micro e pequenas empresas foi aprovado em 2017 pelo Congresso, mas a lei foi vetada pela Presidência da República. Em abril deste ano, porém, o veto foi derrubado por unanimidade pela Câmara e Senado.

sábado, 28 de abril de 2018

Tire suas dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda 2018

Administrador

Se ao preencher sua declaração de Imposto de Renda 2018 o programa indicar que você tem imposto a pagar, a cota única ou primeira parcela do tributo deve ser quitada até a próxima segunda-feira (30), quando termina o prazo para a entrega da declaração.

O atraso do pagamento do imposto está sujeito à multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do valor total do imposto devido pelo contribuinte.

Para consultar o valor do imposto a pagar, basta abrir a ficha “Cálculo do Imposto”, que fica dentro da aba “Resumo da Declaração”, no menu ao lado esquerdo do programa do IR.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Informações sobre DIRPF 2018

Administrador

PERÍODO DE APRESENTAÇÃO

O período de apresentação da DIRPF começa no dia 1º de março e encerra às 23h59min59s, horário de Brasília, do dia 30 de abril de 2018.

OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO

Está obrigado a apresentar a declaração anual, entre outras situações previstas na norma, aquele que, no ano-calendário de 2017, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e, em relação à atividade rural, obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a apresentar a declaração aquelas pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2017:

- receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;

- obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

- pretendam compensar, no ano-calendário de 2017 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2017;

- tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00;

- passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontravam-se em 31 de dezembro; ou

- optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Contabilidade: profissão em constante evolução

Administrador

A profissão de contabilista é uma das áreas que mais precisa, constantemente, se adaptar às mudanças, na era da informação, para acompanhar a evolução dos mecanismos fiscais. Mais do que mudanças, avanços. É válido estimularmos uma reflexão sobre o papel deste empreendedor nos tempos atuais.

Diante de um mercado altamente competitivo, as contabilidades tiveram que se adaptar e utilizar de seus conhecimentos para suprir novas demandas das empresas. Levando em conta que administrar uma empresa vai além do conhecimento de seu produto ou serviço, o conhecimento contábil, muitas vezes, é o braço direito do empreendedor, tomando a frente na obtenção de informações que facilitem a tomada de decisões. Cabe, sim, a nós contadores, buscar entender como está a evolução do negócio do cliente, acompanhar a rentabilidade do investimento e aconselhar de forma precisa na aplicação do capital, aprimoramento ou mesmo para o crescimento da empresa e apresentando demonstrações contábeis plausíveis para tomada de decisão.A modernização das empresas fez crescer a demanda por contabilidades que conhecem bem o complexo sistema tributário brasileiro. Escritórios contábeis especializados são capazes de elaborar um plano eficiente para o correto controle da movimentação patrimonial de seus clientes. O apoio contábil se tornou uma peça fundamental na engrenagem empresarial, servindo como base para o fortalecimento e crescimento das instituições, sendo o principal apoio na logística tributária e social diante das decisões que acometem o empreendedor.

Lidar com o fisco também é especialidade do profissional contábil, que entende suas exigências e cruzamento de informações. O contador faz uso do amparo tecnológico, que força as empresas a elaborarem um controle mais rígido, um planejamento de gestão, fiscal e tributário, que minimiza a possibilidade de erros e consequentes prejuízos.

Para 2018, os escritórios contábeis precisam aliar tecnologia e gestão, devem antecipar cenários e propor soluções. Também é essencial estar atento às mudanças na legislação, portanto se manter informado e atualizado é imprescindível.